O relato da vida de um dos homens que prestou o maior serviço de medicina na história de Ilhéus. Leia e se emocione.

O relato da vida de um dos homens que prestou o maior serviço de medicina na história de Ilhéus. Leia e se emocione.

DR. NELSON DOS SANTOS VIEIRA COSTA – Dr. NELSON COSTA

Em 10 de junho de 1912, há exatamente 109 anos, nasceu em Fortaleza, no Ceará, filho de Francisco Vieira Costa e Maria Helena dos Santos Costa, que tinham mais quatro filhos: Nilza, Nadir, Nestor, Nazário.

Seu pai queria que ele trabalhasse no balcão de seu armazém de secos e molhados, mas seu sonho era estudar medicina na primeira faculdade do Brasil. Por este motivo fugiu para Salvador aos 17 anos de idade. Chegando à capital baiana se deu conta da sua atitude, sentou-se na mala e começou a chorar neste momento passava uma senhora e vê o desespero daquele menino franzino e para, lhe pergunta qual o motivo de tanto desespero. Nelson lhe explica o motivo do choro, a mulher, dona de uma república na Rua Chile, se comove com a cena e o convida para morar na sua república. Para pagar a sua moradia dava aulas de matemática ao filho da senhora, assim começou sua vida em Salvador, também para custear seus estudos na faculdade, foi locutor da Rádio Sociedade da Bahia.

Formou-se em 1936 junto com Waldeck Badaró, Rosa Oisiovici e Waldemar Monteiro de Carvalho, veio para Ilhéus em 1940, clinicou também em Canavieiras e Itabuna, era otorrinolaringologista, radiologista, oculista e clínico geral. Trabalhou no Hospital São José, Casa de Saúde São Jorge, Hospital Regional, no SESP como médico sanitarista.

Casou-se em 21 de setembro de 1943 com Áurea Lúcia Fonseca Costa com que teve cinco filhos: Siomara, Marcelo, Hermano, Maurício (Falecido) e Murilo.

Junto com Gilberto Sabóia, Wilson Rosa, desenvolveu o Clube do Cinema em Ilhéus.

Voluntariamente dava aulas de português, literatura e gramática portuguesa através da Rádio Cultura de Ilhéus, na época de Marcelo Gedeon, nos anos de 1950.

Voltado à comunicação criou a primeira empresa de publicidade do interior da Bahia em 1967, a AVP – Áudio Vision e Publicidade. Foi um dos fundadores do Clube do Rádio Amador em Ilhéus. Colaborador do Diário da Tarde, era cronista, escrevia a coluna “Instantâneos”. Diretor do Teatro Experimental de Ilhéus (TEI), criado por Dulcineia Cardoso, junto com Wilson Rosa, Arléo Barbosa, o Juiz de Direito Dr. Antônio Vieira e outros, apresentavam-se no Colégio da Piedade.

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